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Vencer no desafio da pinata pode parecer uma mera questão de sorte e força. No entanto, por trás de cada pancada vitoriosa, existem princípios fundamentais da ciência. Entender esses princípios pode lhe dar uma vantagem competitiva significativa. Vamos explorar a física que converte um simples golpe em uma vitória espetacular.
A força do seu impacto é fundamental aqui. Você precisa otimizar essa fórmula para quebrar a pinhata. Ou seja, você pode mexer em dois fatores:

A melhor opção geralmente é um equilíbrio: um bastão com peso suficiente para ter força, mas leve o suficiente para que você possa balançá-lo com grande rapidez.
Qualquer objeto suspenso tem um centro de massa—o ponto onde sua massa está distribuído igualmente. No caso das pinhatas, esse é frequentemente o ponto mais baixo, onde a grande parte do recheio se assenta por causa da gravidade.
Bater precisamente no centro de massa gera a mínima movimento, transferindo quase toda a energia do seu golpe para a estrutura da pinhata. Golpes nas extremidades irão fazer a pinhata balançar, desperdiçando parte da energia do impacto em movimento rotacional.
Quando você move o bastão, você está criando energia de movimento. Quando o bastão atinge a pinhata, essa força é transferida de forma súbita. A meta é transferir energia suficiente para superar o limite de elasticidade do papel machê.
Ao superar esse ponto, o papel deixa de só amassar e retornar à sua forma; ele sofre uma ”ruptura”—em outras palavras, ele quebra. Cada pancada efetiva adiciona pequenas fraturas, enfraquecendo a estrutura geral, até que um último impacto causa o rompimento completo. Compreender esse processo auxilia a valorizara sequência dos golpes.
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